JESABEL ACS COM ORGULHO

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Dia Nacional alerta para risco da obesidade

Para marcar o Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, Ministério alerta o crescimento do problema. Dados do Vigitel (2010) indicam uma prevalência de 48,1% dos adultos com excesso de peso

Reduzir a prevalência de obesidade em crianças e adolescentes e deter o crescimento do problema em adultos são metas do Ministério da Saúde para os próximos dez anos, previstas no Plano de Ações de Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs).Hoje (dia 11) é comemorado o Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, que é considerado um dos principais fatores de riscos para o aparecimento das DCNTs como doenças cardiovasculares e diabetes.

O Plano tem por objetivo promover o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas efetivas, integradas e sustentáveis com base em evidências para a prevenção e o controle das DCNTs (câncer, diabetes, doenças do aparelho circulatório e respiratórias crônicas) e dos fatores de riscos (tabagismo, consumo nocivo de álcool, inatividade física, alimentação inadequada e obesidade). O plano prevê ainda o fortalecimento dos serviços de saúde voltados para a atenção aos portadores de doenças crônicas.

Segundo a coordenadora de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, é preciso orientar a população sobre as consequências da obesidade e a importância de prevenir o aparecimento precoce de doenças decorrentes do excesso de peso. “Os índices são alarmantes, e nós precisamos frear o avanço da obesidade ente a população”, alerta.

ESTATÍSTICAS -O Brasil trata a questão como um grande desafio, uma vez que aproporção de adultos com excesso de peso tem aumentando de forma progressiva. Os dados do Vigitel (2010) indicam uma prevalência de 48,1% dos adultos (52,1% em homens e 44,3% em mulheres) com excesso de peso.
No período 2006-2010 houve um aumento de excesso de peso em 1,2 ponto percentual ao ano entre os homens, enquanto, entre as mulheres, esse aumento foi de 2,2 pp. A frequência de obesidade aumentou, em média, 1 pp ao ano em mulheres no período 2006-2010.

O excesso de peso e a obesidade entre jovens e crianças também têm sido preocupantes. A avaliação do estado nutricional de crianças de 5 a 9 anos de idade, estudada pela POF 2008-2009, mostrou que o excesso de peso e a obesidade já atingem 33,5% e 14,3%, respectivamente. Na população de 10 a 19 anos, o excesso de peso foi diagnosticado em cerca de 1/5 dos adolescentes e a prevalência de obesidade foi de 5,9% em meninos e 4% em meninas.

Os níveis de atividade física no lazer na população adulta são baixos (15%) e apenas 18,2% consomem cinco porções de frutas e hortaliças em cinco ou mais dias por semana; 34% consomem alimentos com elevado teor de gordura e 28% consomem refrigerantes cinco ou mais dias por semana, o que contribui para o aumento da prevalência de excesso de peso e obesidade, que atingem 48% e 14% dos adultos, respectivamente.

ALIMENTAÇÃO– O baixo consumo de arroz, feijão, frutas e hortaliças são reflexos de uma má alimentação adotada pela população brasileira, que atualmente, preferem refeições ricas em gorduras, sal e açúcar e com pouco teor nutritivo.

O consumo diário de sal no Brasil atualmente é de 12 gramas, enquanto o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de apenas 5 gramas. O sal em excesso constitui fator de risco para doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial e doenças renais. Outro problema no país é a ingestão em excesso de açúcar, que é um grande aliado para o aparecimento da diabetes e o aumento da obesidade entre os brasileiros. De acordo com a POF 2008-2009, 61,3% da população consomem açúcar de forma exagerada.

Deborah Malta explica que o país enfrenta uma transição nutricional. “O arroz com feijão vem sendo substituído por alimentos processados, com excesso de gorduras, e não saudáveis. Apenas 18% dos brasileiros seguem a recomendação de comer 400 gramas ao dia de frutas, legumes e verduras. E para evitarmos o crescimento da obesidade é preciso que a população tenha consciência dos malefícios que este fator de risco traz para a saúde”, ressalta.

DESTAQUES -O Ministério da Saúde prepara, para o próximo ano, o Plano Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade, que tem por objetivo promover modos de vida e alimentação adequada e saudável para a população brasileira. O Plano Intersetorial é parte integrante do Plano Plurianual 2012¿2015, Plano Brasil Sem Miséria, Plano de Segurança Alimentar e Nutricional e o Plano de Doenças Crônicas não Transmissíveis 2011¿2022.

O Plano tem como propósito eleger estratégias e medidas que apóiem os modos de vida saudável (Promoção da Alimentação Adequada e Saudável e Promoção da Atividade física) de forma mais operativa para os próximos quatro anos.



domingo, 28 de agosto de 2011

SES faz semana de ações com foco nos jovens para Dia Nacional de Combate ao Fumo

Nesta segunda-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) levará ações educativas e preventivas a sete escolas das redes de ensino estadual e municipal em João Pessoa.  

Neste ano, o foco da campanha contra o tabagismo são os jovens, que se tornaram alvo das empresas fabricantes de cigarro. A novidade do mercado para atrair esse público são os cigarros aditivados, com sabores, filtros coloridos e decorados. “Muitos dos jovens acabam começando o vício só por curiosidade, para saber que gosto têm, qual a sensação que provocam ou mesmo porque acham diferente ou bonito. Se a pessoa não tiver a consciência formada sobre os danos que o cigarro causa, facilmente é iniciada no vício”, alerta a enfermeira do Registro de Câncer de Base Populacional do Núcleo de Doenças e Agravos não Transmissíveis da SES, Vanja Lemos.

Desde o dia 23, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS-JP) de João Pessoa, a Secretaria Estadual está realizando palestras sobre saúde bucal, preservação do meio ambiente, atividade física e doenças relacionadas ao uso do cigarro, com exibição de vídeos e peças teatrais em cinco escolas municipais e duas estaduais. As ações também contam com o apoio do grupo João Pessoa Vida Saudável que oferece dança de rua no projeto ‘Academia da Saúde’.

Programação – Na manhã da segunda-feira, o encerramento da semana de atividades acontecerá no Liceu Paraibano, com duas palestras, exibição de filmes e uma peça teatral. As escolas municipais que estão recebendo as ações são Paulo Freire (Jardim Veneza), Durmeval Trigueiro (Rangel), Virgínius da Gama e Melo (Mangabeira), Senador Ruy Carneiro (Mandacaru) e Nazinha Barbosa (Manaíra). As escolas estaduais são Alice Carneiro (Manaíra) e Liceu Paraibano (Centro).

Às 14h30, no Hotel Caiçara, haverá palestra sobe tabagismo destina a profissionais de saúde e usuários da Maternidade Frei Damião e do Hospital Clementino Fraga. A palestra também contará com a presença de representantes de integrantes das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde, Vigilâncias Sanitárias de Cabedelo e Campina Grande, Procons de João Pessoa e Cabedelo e o Procon Estadual. A SES sugeriu às 12 gerências regionais de saúde do Estado que promovam eventos alusivos ao Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Rede de tratamento – A SES capacita profissionais dos Centros de Tratamento do Fumante (CTF) em 37 municípios. Os CTFs funcionam nos Centros de Tratamento Integral à Saúde (Cais). Só em João Pessoa, são cinco deles nos bairros do Cristo, Mangabeira, Jaguaribe, Mandacaru e Rangel.
Os hospitais de referência no Estado no combate aos tipos de câncer relacionados ao uso do tabaco – pulmão, esôfago e laringe – são o Napoleão Laureano, Oncoclínica e Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, e Hospital da Fundação Assistencial da Paraíba (Fap) e Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), ambos em Campina Grande.

Números na Paraíba – Há 511.480 fumantes paraibanos e 99.720 deles (19,49% do total) estão em João Pessoa, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Em todo o Estado, 2.560 pessoas morrem por ano em decorrência do uso do cigarro.

Estatísticas do Inca indicam que, de janeiro a julho deste ano, 206 pessoas morreram na Paraíba em decorrência de câncer de esôfago, laringe e pulmão, 19,21% menos que o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 255 óbitos relacionados a essas doenças. O uso do cigarro ainda pode potencializar a ocorrência de câncer em outros órgãos do corpo, caso o usuário já tenha alguma predisposição.

Nos últimos dois anos foram registrados óbitos pelos três tipos de câncer em 120 municípios paraibanos. A maior incidência foi verificada em João Pessoa, com 162 óbitos, seguido por Campina Grande, com 81; Santa Rita, com 28 casos; Patos, com 21 e Cabedelo, com 17 casos. Desde o início de 2010, a doença foi causa da morte de 590 pessoas.

Parlamentares se reúnem com Agentes de Saúde para discutir problemas da categoria e buscar soluções na Paraiba

Com as presenças de deputados federais, estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e outras autoridades a Câmara dos Deputados, através de Comissão Especial, promoveu Seminário nesta sexta-feira, no auditório do SESC Centro, em Campina Grande, com os Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde da Paraíba.

 
O objetivo é discutir assuntos de interesse da categoria e balizar os próximos passos a serem dados para beneficiar esses trabalhadores, inclusive, apontando para o deslocamento até Brasília, no sentido de sensibilizar o Governo Federal e o Congresso Nacional para contemplar os trabalhadores.

A proposta do evento partiu do deputado federal Romero Rodrigues, e contou com as presenças de diversas lideranças da categoria, além dos deputados Efraim Filho, Toinho do Sopão, os representantes do presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Nelson Gomes, os vereadores Tovar Correia Lima e Joselito Germano, dentre outras personalidades.


As dependências do auditório do SESC ficaram completamente lotadas por Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde da Paraíba e os convidados.

Foram discutidos temas como a aprovação do Piso Nacional para a categoria, o PCCR, Seguridade Social, a Emenda 29 que destina mais recursos para a saúde e outras matérias interessantes.

O Seminário para tratar da apreciação do PL 7495/06, e demais Projetos de Lei que tratam do regime Jurídico, Piso Salarial Profissional Nacional, as Diretrizes do Plano de Carreira e a Regulamentação das Atividades dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, contou com as presenças de deputados membros da Comissão Especial, representantes da Federação e das Associações de ACS e ACE do Estado da Paraíba.


O deputado federal Romero Rodrigues recentemente se reuniu com lideranças dos sindicatos e associações dos Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde da Paraíba, no Salão Azul da Câmara Municipal, para discutir a realização do evento com a presença de agentes de todo o Estado e a Comissão Especial Parlamentar da Câmara dos Deputados.

A Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 7495, de 2006, do Senado Federal, que “cria 5.365 empregos públicos de Agente de Combate às Endemias, no âmbito do Quadro Suplementar de Combate às Endemias da FUNASA”, aprovou em sua reunião, requerimento de autoria do deputado Romero Rodrigues, para que seja realizado um Seminário na cidade de Campina Grande-PB, para debater o Projeto de Lei nº 7495 de 2006 e seus apensos.

Em sua justificativa, Romero enfatizou a importância das atividades desenvolvidas pelos Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, profissionais reconhecidos em todo o país, pelos inegáveis serviços prestados à manutenção da saúde da população brasileira, atendendo principalmente aos mais pobres.


Romero prosseguiu dizendo que “Esses profissionais, já obtiveram muitas conquistas, mais ainda falta muito para que suas atividades tenham corrigidas diversas distorções, principalmente no tocante ao vínculo empregatício e ao piso salarial.”

Ele destacou também que “a Câmara Federal instalou essa Comissão Especial, para tratar especificamente dos temas ligados aos ACS e ACE, e é justo que levemos essas discussões para os Estados, mais próximos dessas categorias profissionais, para tornar o debate mais rico e esclarecedor”.

Rodrigues também é autor do Projeto de Lei 658, de 2011, que “Altera a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, para regulamentar a EC nº 63/10, instituir o piso salarial profissional nacional, as Diretrizes do Plano de Carreira, o Curso Técnico das atividades dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias”. Esta proposta do deputado, que será também analisada pela Comissão Especial, propõe um piso salarial de Rr$ 1.090,00l (um mil e noventa reais), para essas categorias, o que equivale a dois salários mínimos.
 

Deputados recebem ACS na Assembleia na Paraiba

O auditório João Eudes da Nóbrega ficou lotado de representantes dos agentes de diversos municípios paraibanos, à exemplo de Sapé, Gurinhém, Capim, Patos, e outros que apresentaram na ocasião os pleitos da categoria na Paraíba. 

Também estiveram presentes os deputados federais paraibanos Wilson Filho (PMDB), Luiz Couto (PT), Efraim Filho (DEM), Hugo Motta (PMDB) e Romero Rodrigues (PSDB), e Benjamin Maranhão (PMDB).
Os debates sobre o projeto de lei n° 7495/2006, do Senado Federal, e que trata da questão, estão sendo levados a diversos Estados. 

Durante as discussões foi explicitado que a Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (CONACS) propõe a fixação do piso salarial nacional dos agentes comunitários de saúde (ACS) e Combate a Endemias (ACE) em R$ 1.090 de forma escalonada, além da questão da regulamentação do exercício profissional em alguns municípios.Também foi destacada a mobilização em âmbito estadual do Poder Executivo em prol do pleito.

A proposta de escalonamento para a implantação do Piso Salarial da categoria é a seguinte: I) 2011/2012 – nos doze primeiros meses após a aprovação do piso R$ 763; II) 2013/2014 – do 13° ao 24° mês, R$ 872; III) 2014/2015 – do 25° ao 36° mês, R$ 951 e IV) (2015) – à partir do 37°, R$ 1.090. Segundo a proposta, deverá ser fixado o mesmo índice utilizado pelo Governo Federal na correção do salário mínimo.
O relator da matéria, deputado federal Domingos Dutra (PT-MA) participou dando explicações sobre o projeto.Ele garantiu que fará os contatos necessários com o governador Ricardo Coutinho e com o prefeito de João Pessoa, Luciano Agra para tratar da regulamentação e do piso nacional. 

O deputado estadual Raniery Paulino (PMDB), autor da propositura para a realização do seminário na ALPB, destacou a relevância do evento como forma de contribuir para a construção de um documento único nacionalmente, já que tramitam no Congresso outros projetos de teor semelhante.
“É uma reivindicação justa e legítima de uma categoria que tem feito um trabalho belíssimo e fundamental melhorando a saúde. Na Paraíba a população reconhece isso e o Poder Legislativo também recepcionando a Câmara e abrindo as portas para essas discussões”, ressaltou Raniery. 

A presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde do Litoral, Vale e Brejo, Célia Marques afirmou que as discussões foram produtivas, na medida em que representaram um ponto de partida e mobilizaram tanto a categoria quanto os parlamentares. 

“É uma conquista. Saímos daqui mais animados e confiantes para as discussões que terão continuidade na próxima sexta em Campina Grande, com outros participantes, como os representantes do Ministério da Saúde”, ressaltou ela. 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Comissão do piso salarial dos agentes de saúde vota requerimentos


A comissão especial que analisa a definição de um piso salarial nacional para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias se reúne, nesta terça-feira (23), para votar requerimentos.

A comissão especial foi criada para avaliar o Projeto de Lei 7495/06, do Senado, que regulamenta as atividades dos agentes e cria cargos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Diversas outras propostas tramitam em conjunto, como o PL 6111/09, que define o piso nacional da categoria em R$ 930 mensais para profissionais com formação em nível médio.

A Emenda à Constituição 63, de fevereiro de 2010, estabelece que uma lei federal definirá o regime jurídico, o piso salarial nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Segundo essa emenda, caberá à União prestar assistência financeira complementar aos estados e aos municípios para o cumprimento do piso salarial.

Íntegra da proposta:

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

HEPATITES: Ministério lança serviço eletrônico para alertar os jovens sobre vacina contra a doença

No Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, o Ministério da Saúde lançou um serviço eletrônico inédito que vai avisar os jovens sobre o momento de se vacinar contra a doença. O internauta vai poder  se cadastrar no endereço www.hepatitesvirais.com.br e receber e-mails sobre a data das doses para se imunizar contra a hepatite B. Está comprovado que, após o ciclo completo, mais de 90% dos adultos jovens ficam imunizados contra a doença. Vale lembrar que são necessárias três doses da vacina. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, fala da ampliação da imunização contra a hepatite B.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha: "Nós estamos ampliando a faixa etária para a vacinação da hepatite B. Nós estamos ampliando já este ano para até 24 anos a vacinação da hepatite B para todo mundo, e no ano que vem nós vamos ampliar par até 29 anos, ou seja, buscando cobrir até 30 anos o acesso universal para a hepatite B."

A ação faz parte da campanha de conscientização organizada pelo Ministério da Saúde.Para atingir o público alvo foram criados informativos para jovens, gestantes, manicures e tatuadores. Para as futuras mamães, o Ministério da Saúde alerta que 95% das transmissões de hepatite B acontecem no parto. Com a vacina, esse percentual cai para 5%. A hepatite B é mais frequente em pessoas com idade entre 20 e 49 anos. A falta de diagnóstico precoce pode levar ao estágio mais avançado da doença. Nessa fase, o paciente pode evoluir para uma cirrose ou câncer de fígado.

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