JESABEL ACS COM ORGULHO

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Inovações para a Medicina Caseira


A medicina caseira era o reino da intuição e dos remédios naturais. Apesar de avanços significativos em aprendizado e tecnologia, as pessoas hoje estão desconectadas de seus corpos e dependem muito de profissionais médicos para cuidarem da saúde. 

Recentemente, três produtos da área de saúde foram lançados pela Scanadu, e eles ajudam as pessoas a ouvirem seus próprios corpos melhor. 

Tida como “a maior inovação da medicina caseira desde a invenção do termômetro,” essas ferramentas diagnósticas usam tecnologias móveis, de sensor e sociais para criar uma imagem em tempo real de sua saúde. 

O Scout é um sensor que ao ser encostado em sua têmpora, em menos de dez segundos, ele coleta dados sobre o pulso, batimentos cardíacos, atividade elétrica do coração, temperatura, variabilidade da frequência cardíaca e oxigenação sanguínea. Lançará nos Estados Unidos no final de 2013 e custará $150. 

A segunda ferramenta, Project ScanaFlo, analisa a urina e testa para complicações na gravidez, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, falência dos rins e infecções urinárias. O cartucho descartável será vendido em farmácias. 

Por último, há o Project ScanaFlu. Esse disco testa salivo através de um cartucho descartável que detecta Streptococcus A, Influenza A, B, Adenovírus e RSV. Descobrir doenças respiratórias e gripes logo no início geralmente levam a uma recuperação rápida. 

Todos os dados coletados através destes dispositivos são sincronizados com o aplicativo celular, que oferece um mural pessoal para monitorar sinais vitais e identificar padrões. Levando o “smartfone para a faculdade de medicina,” celulares tornam-se uma ferramenta poderosa para manter as pessoas afinadas com seus corpos. “As pessoas podem acessar informações sobre saúde e se conectarem umas com as outras, mas a peça que está faltando é que elas não conseguem obter informações sobre seus próprios corpos,” diz o fundador da Scanadu. “Colocando diagnósticos precisos ao alcance das mãos das pessoas, os leva a detectar uma condição precocemente.” 

Não sabemos quando essas inovações chegarão ao Brasil mas, quando chegarem, certamente mudarão a forma como as pessoas se cuidam e suas relações com seus médicos. 

Fonte: http://www.scanadu.com/

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Rio + 20 e o Debate do câncer relacionado ao trabalho‏


Convite a todos!!

No espírito da Rio + 20 vou discutir o tema: Vigilância do Câncer relacionado ao Trabalho no dia 15, sexta feira, às 12 horas no Tele saúde UERJ.

O documento recentemente lançado pelo INCA foi organizado por mim e escrito por diversas autoridades da área de câncer e de Saúde do
Trabalhador. Diversos aspectos do tema não foram debatidos na imprensa, como a importância do trabalho para o câncer de mama, as medidas de prevençao para o câncer relacionado ao trabalho, o fluxo do registro dos casos entre o
CEREST e os hospitais de câncer, a importância do registro do histórico ocupacional em todos os sistemas de informação e a mobilização para que o trabalhador informe onde trabalha e pergunte se o seu caso pode ter relação com o trabalho.. Enfim, muitas coisas podem ser melhor debatidas..

Convido a todos a entrar on line no telesaúde da UERJ, assistir e debater  em tempo real, dia 15 de junho, sexta feira..

Para acessar:

No Site do Laboratório de Telessaúde (www.telessaude.uerj.br) haverá um banner com um link para o evento. Para participação o usuário deverá  apenas clicar no link, preencher os dados solicitados e entrar na sala virtual.

Obrigado.

Fatima Sueli Neto Ribeiro
Profa Adjunta UERJ
Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Epidemiologia e Câncer (GEPEC/RJ)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Curso de Organização Representação Sindical de Base















Nos dias 19, 20 e 21 de abril, estivemos na fazenda Dois Irmãos no Município de Magalhães Barata realizando o II Modulo do Curso de Organização Representação Sindical de Base(ORSB) Sindsaúde e CUT/Pa, nesses três dias foram muitos debates sobre os temas e contamos com a Presença da Presidente da CUT/PA Miriam Andrade e o tema masi discutido foi Direitos e Deveres dos Servidores Públicos onde nosso Coor. Juridico Fernado Moraes conduziu muito bem além da participação dos representates dos Municipios de Ananindeua, Abaetetuba, Belém, Bujarú, Capitão Poço, Castanhal, Curuçá, Iguarapé-Açú, Magalhães Barata, Marituba, Maracanã, Muaná, Ponta de Pedra, São Francisco, São Domingos do Capim eTerra Alta. Parabéns a todos nós que conseguimos cumprir o dever de casa.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Mais de 700 exames de hepatite são realizados

Doença silenciosa, a hepatite é um mal que atinge uma parcela significativa da população brasileira nos dias atuais. Para preveni-la, o Pro Paz Cidadania Presença Viva, ação integrada do Governo do Estado, vem fazendo uma campanha de sensibilização na região do Marajó, orientando a população a buscar os postos de saúde e fazer a coleta de sangue. A ação é desenvolvida pela Coordenação Estadual de Hepatites Virais da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sespa).

Durante os sete dias de ações na região, já foram realizados mais de 765 exames. O pescador Jeferson Castilho dos Santos, 24, aproveitou a oportunidade oferecida pelo Pro Paz e buscou todos os exames que precisava fazer. Um deles foi o de hepatite, que ele justificou assim:. “Uma pessoa doente não tem como trabalhar, nossa saúde é muito importante por isso não dá para perder estas oportunidades. Eu fiquei muito feliz com a vinda destes médicos, porque é muito difícil a gente fazer estes tipos de exames, ainda mais aqui na nossa região”, reconheceu Jeferson.

Segundo a coordenadora estadual de Hepatites Virais da Sespa, Ciza Alpina Cantão, somente na manhã deste domingo, 4, em São Sebastião, já foram realizados mais de 100 exames de hepatites “B” e “C”. A Caravana do governo já passou pelos municípios de Ponta de Pedras, Muaná e pelas comunidades de Santana do Arari e São Miguel da Pracuúba. “Percebemos que nesta região, nosso trabalho vem sendo mais de prevenção, pois nenhum teste de hepatite deu positivo, o que nos deixa muito felizes. Sentimos, também, que a população procura informações sobre a doença e também como evitá-la”, frisou a coordenadora.

Ainda segundo Cisa, o Ministério da Saúde trabalha no fortalecimento de campanhas de sensibilização contra a doença em todo o território nacional, “porque a hepatite tem matado mais que a Aids e as pessoas não estão atentando para isto. Porém cabe a nós, da Sespa, ficarmos vigilantes”. A Secretaria de Saúde do Pará foi a única, segundo a coordenadora, que adquiriu cerca de quatro mil kits destinados ao exame. “O Dr. Hélio Franco é muito sensível a esta situação e foi um dos poucos secretários de Saúde do país que procurou reforçar o número de kits além dos que já haviam sido fornecidos pelo Ministério da Saúde”, informou Ciza.

A doença - As hepatites virais são doenças que provocam inflamação do fígado e, em sua maioria, não apresentam sintomas latentes, apenas em alguns casos onde ocorrem fadiga, falta de apetite, enjoo, vômito, urina escura, pele e olhos amarelados. E somente pode ser verificada através de exames de sangue específicos, assegurados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). (Agência Pará)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

14a Conferência Nacional de Saúde Aprova a Carta de Brasília!

Em plenária histórica, foi aprovada carta  que traduz o espírito dos debates e das forças políticas presentes na Conferência.   A Carta de Brasília foi construída pela comissão organizadora da conferência, junto com diversas outras entidades e foi apresentada na...
Em plenária histórica, foi aprovada carta  que traduz o espírito dos debates e das forças políticas presentes na Conferência.  
A Carta de Brasília foi construída pela comissão organizadora da conferência, junto com diversas outras entidades inclusive o MOPS e foi apresentada na plenária final por Jurema Werneck e pelo ministro Alexandre Padilha. Após a leitura, a carta foi aplaudida de pé e aprovada pela maioria dos delegados presentes na plenária, em um momento de forte comoção.
CARTA DA 14ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE À SOCIEDADE BRASILEIRA
Todos usam o SUS: SUS na Seguridade Social! Política Pública, Patrimônio do Povo Brasileiro
Acesso e Acolhimento com Qualidade: um desafio para o sus
Nestes cinco dias da etapa nacional da 14ª Conferência Nacional de Saúde reunimos 2.937 delegados e 491 convidados, representantes de 4.375 Conferências Municipais e 27 Conferências Estaduais.
Somos aqueles que defendem o Sistema Único de Saúde como patrimônio do povo brasileiro.
Punhos cerrados e palmas! Cenhos franzidos e sorrisos.
Nossos mais fortes sentimentos se expressam em defesa do Sistema Único de Saúde.
Defendemos intransigentemente um SUS Universal, integral, equânime, descentralizado e estruturado no controle social.
Os compromissos dessa Conferência foram traçados para garantir a qualidade de vida de todos e todas.
A Saúde é constitucionalmente assegurada ao povo brasileiro como direito de todos e dever do Estado. A Saúde integra as políticas de Seguridade Social, conforme estabelecido na Constituição Brasileira, e necessita ser fortalecida como política de proteção social no País.
Os princípios e as diretrizes do SUS – de descentralização, atenção integral e participação da comunidade – continuam a mobilizar cada ação de usuários, trabalhadores, gestores e prestadores do SUS.
Construímos o SUS tendo como orientação a universalidade, a integralidade, a igualdade e a equidade no acesso às ações e aos serviços de saúde.
O SUS, como previsto na Constituição e na legislação vigente é um modelo de reforma democrática do Estado brasileiro. É necessário transformarmos o SUS previsto na Constituição em um SUS real.
São os princípios da solidariedade e do respeito aos direitos humanos fundamentais que garantirão esse percurso que já é nosso curso nos últimos 30 anos em que atores sociais militantes do SUS, como os usuários, os trabalhadores, os gestores e os prestadores, exercem papel fundamental na construção do SUS.
A ordenação das ações políticas e econômicas deve garantir os direitos sociais, a universalização das políticas sociais e o respeito às diversidades etnicorracial, geracional, de gênero e regional. Defendemos, assim, o desenvolvimento sustentável e um projeto de Nação baseado na soberania, no crescimento sustentado da economia e no fortalecimento da base produtiva e tecnológica para diminuir a dependência externa.
A valorização do trabalho, a redistribuição da renda e a consolidação da democracia caminham em consonância com este projeto de desenvolvimento, garantindo os direitos constitucionais à alimentação adequada, ao emprego, à moradia, à educação, ao acesso à terra, ao saneamento, ao esporte e lazer, à cultura, à segurança pública, à segurança alimentar e nutricional integradas às políticas de saúde.
Queremos implantar e ampliar as Políticas de Promoção da Equidade para reduzir as condições desiguais a que são submetidas as mulheres, crianças, idosos, a população negra e a população indígena, as comunidades quilombolas, as populações do campo e da floresta, ribeirinha, a população LGBT, a população cigana, as pessoas em situação de rua, as pessoas com deficiência e patologias e necessidades alimentares especiais.
As políticas de promoção da saúde devem ser organizadas com base no território com participação inter-setorial articulando a vigilância em saúde com a Atenção Básica e devem ser financiadas de forma tripartite pelas três esferas de governo para que sejam superadas as iniqüidades e as especificidades regionais do País.
Defendemos que a Atenção Básica seja ordenadora da rede de saúde, caracterizando-se pela resolutividade e pelo acesso e acolhimento com qualidade em tempo adequado e com civilidade.
A importância da efetivação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, a garantia dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos, além da garantia de atenção à mulher em situação de violência, contribuirão para a redução da mortalidade materna e neonatal, o combate ao câncer de colo uterino e de mama e uma vida com dignidade e saúde em todas as fases de vida.
A implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra deve estar voltada para o entendimento de que o racismo é um dos determinantes das condições de saúde. Que as Políticas de Atenção Integral à Saúde das Populações do Campo e da Floresta e da População LGBT, recentemente pactuadas e formalizadas, se tornem instrumentos que contribuam para a garantia do direito, da promoção da igualdade e da qualidade de vida dessas populações, superando todas as formas de discriminação e exclusão da cidadania, e transformando o campo e a cidade em lugar de produção da saúde. Para garantir o acesso às ações e serviços de saúde, com qualidade e respeito às populações indígenas, defendemos o fortalecimento do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena. A Vigilância em Saúde do Trabalhador deve se viabilizar por meio da integração entre a Rede Nacional de Saúde do Trabalhador e as Vigilâncias em Saúde Estaduais e Municipais. Buscamos o desenvolvimento de um indicador universal de acidentes de trabalho que se incorpore aos sistemas de informação do SUS. Defendemos o fortalecimento da Política Nacional de Saúde Mental e Álcool e outras drogas, alinhados aos preceitos da Reforma Psiquiátrica antimanicomial brasileira e coerente com as deliberações da IV Conferência Nacional de Saúde Mental.
Em relação ao financiamento do SUS é preciso aprovar a regulamentação da Emenda Constitucional 29. A União deve destinar 10% da sua receita corrente bruta para a saúde, sem incidência da Desvinculação de Recursos da União (DRU), que permita ao Governo Federal a redistribuição de 20% de suas receitas para outras despesas. Defendemos a eliminação de todas as formas de subsídios públicos à comercialização de planos e seguros privados de saúde e de insumos, bem como o aprimoramento de mecanismos, normas e/ou portarias para o ressarcimento imediato ao SUS por serviços a usuários da saúde suplementar. Além disso, é necessário manter a redução da taxa de juros, criar novas fontes de recursos, aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para a saúde, tributar as grandes riquezas, fortunas e latifúndios, tributar o tabaco e as bebidas alcoólicas, taxar a movimentação interbancária, instituir um percentual dos royalties do petróleo e da mineração para a saúde e garantir um percentual do lucro das empresas automobilísticas.
Defendemos a gestão 100% SUS, sem privatização: sistema único e comando único, sem “dupla-porta”, contra a terceirização da gestão e com controle social amplo. A gestão deve ser pública e a regulação de suas ações e serviços deve ser 100% estatal, para qualquer prestador de serviços ou parceiros. Precisamos contribuir para a construção do marco legal para as relações do Estado com o terceiro setor. Defendemos a profissionalização das direções, assegurando autonomia administrativa aos hospitais vinculados ao SUS, contratualizando metas para as equipes e unidades de saúde. Defendemos a exclusão dos gastos com a folha de pessoal da Saúde e da Educação do limite estabelecido para as Prefeituras, Estados, Distrito Federal e União pela Lei de Responsabilidade Fiscal e lutamos pela aprovação da Lei de Responsabilidade Sanitária.
Para fortalecer a Política de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde é estratégico promover a valorização dos trabalhadores e trabalhadoras em saúde, investir na educação permanente e formação profissional de acordo com as necessidades de saúde da população, garantir salários dignos e carreira definida de acordo com as diretrizes da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS, assim como, realizar concurso ou seleção pública com vínculos que respeitem a legislação trabalhista. e assegurem condições adequadas de trabalho, implantando a Política de Promoção da Saúde do Trabalhador do SUS.
Visando fortalecer a política de democratização das relações de trabalho e fixação de profissionais, defendemos a implantação das Mesas Municipais e Estaduais de Negociação do SUS, assim como os protocolos da Mesa Nacional de Negociação Permanente em especial o de Diretrizes Nacionais da Carreira Multiprofissional da Saúde e o da Política de Desprecarização. O Plano de Cargos, Carreiras e Salários no âmbito municipal/regional deve ter como base as necessidades loco-regionais, com contrapartida dos Estados e da União.
Defendemos a adoção da carga horária máxima de 30 horas semanais para a enfermagem e para todas as categorias profissionais que compõem o SUS, sem redução de salário, visando cuidados mais seguros e de qualidade aos usuários. Apoiamos ainda a regulamentação do piso salarial dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Agentes de Controle de Endemias (ACE), Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN) com financiamento tripartite.
Para ampliar a atuação dos profissionais de saúde no SUS, em especial na Atenção Básica, buscamos a valorização das Residências Médicas e Multiprofissionais, assim como implementar o Serviço Civil para os profissionais da área da saúde. A revisão e reestruturação curricular das profissões da área da saúde devem estar articuladas com a regulação, a fiscalização da qualidade e a criação de novos cursos, de acordo com as necessidades sociais da população e do SUS no território.
O esforço de garantir e ampliar a participação da sociedade brasileira, sobretudo dos segmentos mais excluídos, foi determinante para dar maior legitimidade à 14ª Conferência Nacional de Saúde. Este esforço deve ser estendido de forma permanente, pois ainda há desigualdades de acesso e de participação de importantes segmentos populacionais no SUS.
Há ainda a incompreensão entre alguns gestores para com a participação da comunidade garantida na Constituição Cidadã e o papel deliberativo dos conselhos traduzidos na Lei nº 8.142/90. Superar esse impasse é uma tarefa, mais do que um desafio.
A garantia do direito à saúde é, aqui, reafirmada com o compromisso pela implantação de todas as deliberações da 14ª Conferência Nacional de Saúde que orientará nossas ações nos próximos quatro anos reconhecendo a legitimidade daqueles que compõe os conselhos de saúde, fortalecendo o caráter deliberativo dos conselhos já conquistado em lei e que precisa ser assumido com precisão e compromisso na prática em todas as esferas de governo, pelos gestores e prestadores, pelos trabalhadores e pelos usuários.
Somos cidadãs e cidadãos que não deixam para o dia seguinte o que é necessário fazer no dia de hoje. Somos fortes, somos SUS.
COMISSÃO ORGANIZADORA DA 14ª CNS
Brasília, DF, 04/12/11

PROCESSO ELEITORAL DAS ENTIDADES QUE COMPORÃO O CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE –

Diário Oficial Nº. 32047 de 01/12/2011

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA

PROCESSO ELEITORAL DAS ENTIDADES QUE COMPORÃO O CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE –


Número de Publicação: 313036
CRONOGRAMA DE REALIZAÇÃO DA PLENÁRIA ESTADUAL PARA A ELEIÇÃO DO CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE.


A Comissão Eleitoral do CES/PA, in fulcro na lei estadual Nº 7464 de 24 de abril de 2009 e art. 2º do Regimento Eleitoral publicado no D.O.E 31966 de 28 de Julho de 2011, torna publico o Cronograma da realização da Plenária Estadual para a Eleição do Conselho Estadual de Saúde, conforme abaixo:



MUNICÍPIO SEDE
LOCAL
DATA
HORÁRIO
TOTAL DE DELEGADOS

BELÉM
AUDITÓRIO DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DO PARÁ
Avenida Governador Magalhães Barata, n° 209. Bloco C. Bairro: Nazaré. Belém-PA
14/12/2011
08:00
Ás



Belém, 29 de novembro de 2011

A Comissão Eleitoral do CES/PA

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

14ª Conferência Nacional de Saúde o Pará sai na frente defendendo as Proposta para a Região Amazônica


O Para´sai na frente com uma delegação de 120 pessoas, que discutiram em todos os GT as proposta para a nossa Região e fomos muito forte nos debates, e parabéns a todos nós delegados que pela primeira vez na História, de uma Conferência Nacional só 19 Propostas ficaram para serem aprovada na Plénaria Final isso é resultado do Povo consciente e esclarecido do seu papel perante a sociedade  civil organizada e as propostas do Agentes de Saúde foram  aprovadas sem destaque  em alguns GT e além das nossa Moções fechamos com chave de ouro, com uma grande manifestação organizada por nós.
 
e todos cantavam: hei Gestor ai! me da o Piso ai, se não dar, se não der, não vamos fazer aquela confusão, vamos gritar, gritar até cair, ou meda, me da, me da, meu Piso ai.


A nossa luta, é todo dia somos Agentes e não mercadoria!




14ª Conferência Nacional de Saúde aprova relatório final contra a privatização do SUS








Delegados de todo Brasil estiveram reunidos na capital federal entre os dias 30 de novembro e 05 de dezembro para discutir os problemas e encaminhar soluções para o Sistema Único de Saúde (SUS), bem como definir diretrizes para a efetivação de ações para implantação das politicas públicas de saúde a serem adotadas pelo governo federal em todo o Brasil nos próximos quatro anos.
 
O Ministro da Saúde Alexandre Padilha, que fez a abertura e o encerramento oficial do evento, esteve Fez presente em vários momentos da conferência, tendo sido muito assediado por grande parte dos delegados da conferência.

A XIV Conferência Nacional de Saúde teve como tema principal “Todos usam o SUS: O SUS na seguridade social. Patrimônio do povo brasileiro”, tendo como eixo principal “Acesso e acolhimento com qualidade: um desafio para o SUS”

A Conferência teve grande participação da sociedade representada pelos usuários, trabalhadores (médicos, enfermeiros, psicólogos, agentes de saúde, etc.) e gestores (prefeitos, secretários de saúde, etc.) oriundos de todos os estados brasileiros. 

Os agentes de saúde tiveram grande participação e brigaram pela regulamentação da emenda constitucional nº 63 que estabelece o piso salarial da categoria e pela aprovação do plano de cargos, carreiras e remuneração através de ato público realizado durante o evento e com a aprovação de moções de repúdio e apoio. A reivindicação foi aprovada na plenária final da conferência.

Outro dado importante foi à aprovação da proposta de serviço civil obrigatório de dois anos no SUS para médicos formados em universidades públicas do Brasil visando amenizar a carência de médicos na atenção básica, sobretudo no PSF.

 Já os enfermeiros e demais profissionais da saúde foram contemplados com a aprovação da redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais sem redução dos salários.

Os delegados deliberaram também pela aplicação da reserva de parcela do PIB (Produto Interno Bruto) a ser aplicado na saúde pública e exigiram no relatório final a regulamentação da Emenda Constitucional nº 29.


Paraíba é destaque na conferência


A delegação da Paraíba, composta por 72 delegados se destacou bastante nos debates, posicionando-se firmemente contra a terceirização da gestão e contra a privatização da saúde pública. Os paraibanos realizaram ato público contra a privatização do SUS durante a conferência e se destacaram também nos grupos de trabalho com participação efetiva nas discussões recebendo vários elogios dos demais delegados.



“Várias das propostas definidas na Conferência de Saúde da Paraíba foram aprovadas na Conferência nacional sem maiores problemas, o que demonstra a relevância das propostas apresentadas na etapa estadual”, revelou Edivaldo Miguel, Presidente do SINDACSACEN (Sindicato dos Agentes de Saúde da Microrregião de Sapé), que participou da Conferência na condição de representante do segmento Trabalhador do SUS da 1ª Região de Saúde.


Delegados de Sapé representam trabalhadores e usuários do SUS



Além de Miguel, o Município de Sapé também foi representado pelo Agente de Combate a Endemias Pedro George, também na condição de trabalhador e por Eduardo Costa, representando os usuários do SUS, que pela primeira vez conseguiu ter quatro representantes eleitos na etapa estadual para participar da Conferência Nacional. O quarto membro da delegação seria o secretário de saúde Garibaldi Pessoa, mas o mesmo não pôde viajar devido aos compromissos da pasta que ocupa.

 Os conselheiros de Sapé também tiveram destacada atuação na defesa de um SUS público e de qualidade. Para Eduardo Costa, “as Conferências de Saúde são os eventos mais importantes da saúde pública do país por que abre espaço para a população opinar sobre os serviços de saúde e exigir melhorias e cumprimento dos direitos dos usuários e dos trabalhadores da saúde”.

Por sua vez, o Agente de Saúde Pedro George destaca a democracia presente na conferência de saúde como instancia deliberativa para adoção das políticas públicas de saúde a serem adotadas nos próximos quatro anos pelo Governo Federal como ponto central do evento: “É muito bonito ver a democracia, ver como todos participam e se entregam na defesa dos seus pontos de vista. Aqui todos tem o mesmo direito de voz e voto, não importa se é um simples agente de saúde, um usuário do interior, ou ministro da saúde, todos tem o mesmo peso na conferência”, finalizou. 


Da Redação
 
FONTE: Agentes de Saúde em Foco.

14ª Conferência Nacional de Saúde aprova Relatório Final e Carta à sociedade.



O Relatório Final da 14ª Conferência Nacional de Saúde foi aprovado neste domingo (04/12) pelos delegados vindos de todo o Brasil. Após a votação, uma Carta da Conferência voltada à sociedade brasileira foi apresentada aos participantes. O documento, que sintetiza o debate desenvolvido no evento ao longo de quatro dias, contou com o apoio da Comissão Organizadora e de vários segmentos.
O presidente da 14ª CNS, Alexandre Padilha, explicou que assim como aconteceu em vários estados, um relatório e uma carta saíram como resultado das conferências. “Esse é mais um momento histórico em que o Relatório Final é aprovado e uma declaração à sociedade também. Parabéns a todos os delegados. Viva o controle social e viva a democracia do crachá”, disse Padilha em alusão à aprovação da Carta da 14ª Conferência durante o encerramento do evento.
 
Para a coordenadora geral da 14ª CNS, Jurema Werneck, o momento é de celebração para a Saúde. “Estamos orgulhosos por participar desta Conferência, que representa um esforço democrático para mostrar ao País o que é realmente importante para a consolidação do SUS. É um momento histórico também no sentido de reunir, pela primeira vez, diversas representações da sociedade, o que vai permitir consolidar um Sistema que atenda verdadeiramente a todos e todas”, considerou Jurema.
 
Entre os aspectos tratados na Carta estão: a valorização do trabalhador, o investimento em educação permanente, a implantação e ampliação das Políticas de Promoção da Equidade, a aprovação da Emenda Constitucional 29, a adoção da carga horária de 30 horas semanais para enfermagem e para todas as categorias profissionais que compõem o SUS, além de outros destaques.
 
“A garantia do direito à saúde é aqui reafirmada com o compromisso pela implementação de todas as deliberações da 14ª CNS, que orientará nossas ações nos próximos quatro anos, reconhecendo a legitimidade daqueles e daquelas que compõem os conselhos de saúde fortalecendo o caráter deliberativo dos conselhos já conquistado em lei e que precisa ser assumido com precisão e compromisso na prática em todas as esferas de governo, pelos gestores e prestadores, pelos trabalhadores e pelo usuário”
 
[Trecho final da Carta da 14ª Conferência Nacional de Saúde à sociedade brasileira em defesa do Sistema Único de Saúde integral, equânime, descentralizado e estruturado no controle social].
 

 
Processo
 
Antes mesmo do início da Plenária Final, na manhã deste domingo (4), cada participante da 14ª Conferência Nacional de Saúde (CNS) já tinha um importante fato a celebrar: 90% das propostas votadas (327) foram aprovadas pela maior parte dos Grupos de Trabalho (GTs). Os dados são da Comissão de Relatoria da Conferência.
 
Das 17 propostas que receberam entre 50% e menos de 70% dos votos nos Grupos de Trabalho e que foram para a Plenária Final, sendo apenas uma rejeitada. Um recurso foi inserido também para análise de todos os delegados, aceito após apreciação. Nove propostas restantes foram suprimidas de forma integral pelos GTs por contarem com menos de 50% dos votos.
Das 15 diretrizes analisadas, a nº 1 (Acesso e Acolhimento no SUS - Desafios na Construção de uma Política Saudável e Sustentável) e suas respectivas propostas foram aprovadas de forma integral pelos Grupos de Trabalho.
 
Também foram aprovadas sem ressalvas as diretrizes nº 4 (O Sistema Único de Saúde é único, mas as Políticas Governamentais não o são: Garantir Gestão Integrada e Coerente do SUS com base na construção de Redes Integrais e Regionais de Saúde), nº 12 (Construir Política de Informação e Comunicação que assegure gestão participativa e eficaz ao SUS), nº 14 (Integrar e ampliar políticas e estratégias para assegurar atenção e vigilância à saúde ao trabalhador) e nº 15 (Ressarcimento ao SUS pelo atendimento a clientes de planos de saúde privados, tendo o Cartão SUS como estratégia para sua efetivação, e proibir o uso exclusivo de leitos públicos por esses (as) usuários).

Moções
 
Os delegados da 14ª Conferência Nacional de Saúde votaram 40 moções durante a Plenária Final. Apenas o texto que solicitava o acesso de todo e qualquer cidadão às Conferências Nacionais de Saúde, a partir da 15ª edição, não teve apoio da maioria dos delegados.
 
Ao todo foram apresentadas à Comissão de Relatoria da 14ª CNS, 102 moções. Destas, 12 não obedeciam ao critério nacional, 10 não atingiram os 10% de assinaturas necessárias e outras 40 foram classificadas pela Relatoria como propostas e não moções. Estas serão encaminhadas aos Conselhos Municipais e Estaduais de Saúde como recomendações.
 
Foram aprovadas 13 moções de apelo, oito de repúdio, uma de solidariedade e 17 de apoio, com os mais variados assuntos relacionados à saúde. Elas dirigem-se ao Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Senado Federal e Presidência da República, dentre outros órgãos.
 
Uma das moções direcionadas ao MS diz respeito à Regulamentação da Carteira de Saúde do Trabalhador Rural. Outra trata da interiorização dos cursos de Medicina, Odontologia, Enfermagem e Farmácia. Para o legislativo foi encaminhada à Câmara dos Deputados uma moção para a aprovação do PL 7.495/2006, que cria empregos públicos de Agente de Combate às Endemias.
 
O texto com as 345 propostas e as 39 moções aprovadas farão parte do Relatório Final da 14ª Conferência Nacional de Saúde.

Fonte: Sitio Ministério da Saúde

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cravinhos participará de campanha do combate a Aids

TESTES – Na quinta-feira (24/11) uma grande campanha será realizada, através da Secretaria Municipal da Saúde, no Centro de Saúde II e a UBS do João Berbel

O dia 1º de dezembro é lembrado no mundo inteiro como o Dia Internacional de combate a AIDS. O município de Cravinhos também não está imune ao vírus HIV, e a única forma de evitar o contágio é a prevenção. A Aids não tem cura, mas existem medicamentos eficazes no controle da síndrome.
Na quinta-feira (24/11) uma grande campanha será realizada, através da Secretaria Municipal da Saúde, no Centro de Saúde II e a UBS do João Berbel, com o objetivo de recolher amostras de sangue para realizar o teste de HIV.
A Campanha intitulada “Fique Sabendo”, tem como objetivo incentivar o diagnóstico precoce da infecção pelo vírus da AIDS e ocorre em todo mundo.
O laço vermelho é o símbolo da campanha e representa atenção e interesse com a epidemia de HIV e AIDS, além de expressar visualmente solidariedade com aqueles que vivem com o vírus. Também simboliza esperança, apoio e solidariedade. Esperança pela busca da vacina e da cura, pela melhoria na qualidade de vida daqueles que vivem com o vírus como também para prevenir novas infecções e para a educação continuada daqueles que não estão infectados.
Usar o laço é o primeiro passo na luta contra o HIV e a AIDS. Ele pode ser usado em qualquer dia do ano, mas especialmente no Dia Mundial da luta contra a AIDS, que será celebrado no dia 1º de dezembro.
Os testes que são organizados pela Coordenação Estadual de DST/AIDS em parceria com o Instituto Adolfo Lutz, ocorreram em diversos lugares do Estado de São Paulo. Vale ressaltar que durante a campanha também serão distribuídos preservativos as pessoas que realizarem o teste.
Reportagem: Kennedy Oliveira

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

PLENARIAS DO Conselho Estadual de Saúde‏


LOCAL
Nº DE MUNICÍPIOS
MUNICÍPIO SEDE
DATA
REGIONAIS
Nº DE DELEGADOS(AS)
1.       BELÉM NORTE LESTE
Auditório do hospital das Clínicas Gaspar Viana
TV. Alferes Costa, 2000 entre Marques de Herval e Visconde de Inhaúma
6º CRS
Abaetetuba, Barcarena, Iguarapé Miri, Mojú, Tailânia
13º CRS
Baião, Cametá, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Oeiras do Pará

BELÉM

23/11

6ª e 13ª

32
2.       BELÉM NORTE *
CIIC – Centro Integrado de Inclusão e Cidadania
Av. Almirante Barroso Nº 1765 entre Angustura e Barão do Triunfo
1º CRS
Ananindeua, Belém, Benevides, Marituba, Santa Barbara
2º CRS
Acará, Bujarú, Colares, Concórdia do Pará, Santa Izabel do Pará, Santo Antonio do Tauá, São Caetano de Odivelas, Tomé Açu, Vigia

BELÉM

08/11

1ª e 2ª

120
3.       BELÉM EXTREMO NORTE
NAF – Núcleo Administrativo e Financeiro
Av. Nazaré, 871 entre Quintino Bocaiúva e Generalíssimo Deodoro
7º C R S
Afuá, Cachoeira do Arari, Chaves, Muaná, Ponta de Pedras, São Sebastião da Boa Vista, Salvaterra, Santa Cruz do Arari, Soure
8º CRS
Anajás, Breves, Bagre, Curralinho, Gurupa, Melgaço, Portel

BELÉM

22/11

7ª e 8ª

24
4.       NORDESTE
IFPA Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará (Antiga Escola Agrotécnica)
BR 316 Km 63 S/N Próximo do Cristo – Bairro Saudade
3º CRS
Castanhal, Curuçá, Iguarapé Açu, Inhangapí, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, São Domingos do Capim, São Francisco do Pará, São João da Ponta, Terra Alta
4º CRS
Augusto Correa, Bonito, Bragança, Cachoeira do Piriá, Capanema, Nova Timboteua, Ourém, Peixe Boi, Primavera, Quatipuru, Salinópolis, Santa Luzia do Pará, Santarém Novo, São João de Pirabas, Tracuateua, Viseu
5º CRS
Aurora do Pará, Capitão Poço, Dom Eliseu, Garrafão do Norte, Ipixuna do Pará,
Irituia, Mãe do Rio, Nova Esperança do Piriá, Paragominas, Santa Maria do Pará, São Miguel do Guamá, Ulianópolis

BELÉM/CASTANHAL

23/11

3ª, 4ª e 5ª

68
5.       SUL
IFPA Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará de Conceição do Araguaia
Rua Couto Magalhães nº 1649, Setor Universitário – ao lado da Fund. Bradesco

12º CRS
Água Azul do Norte, Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia, Ourilândia do Norte, Pau D’arco, Redenção, Rio Maria, Santana do Araguaia, São Felix do Xingu, Santa Maria das Barreiras, Tucumã, Xinguara, Sapucaia

BELÉM/C. ARAGUAIA

23/11

12ª

24
6.       OESTE

UEPA CAMPUS SANTARÉM – Av. Plácido de Castro Nº 1399 Bairro Aparecida
 9º CRS
Alenquer, Almerim, Aveiro, Belterra, Curuá, Faro, Itaituba, Jacareacanga, Juruti, Monte Alegre, Novo Progresso, Obidos, Oriximiná, Placas, Prainha, Rurópolis, Santarém, Terra Santa, Trairão

BELÉM/SANTARÉM

23/11


44
7.       SUDESTE
Auditório do Minist. Púb. de Marabá
Rua das Flores s/n Bairro: Acrópolis do INCRA

 11º CRS
Abel, Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Breu Branco, Canaã dos Carajás, Curuonópolis, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Marabá, Nova Ipixuna, Novo repartimento, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, Eldorado dos Carajás, Tucuruí

BELÉM/
MARABÁ

23/11

11ª

52
8.       CENTRO ESTE
Centro de Convenções de Altamira
Complexo Desportivo do Premem Acesso 2 s/n Bairro: Premem
 10º CRS
Altamira, Anapú, Brasil Novo, Medicilândia, Pacajá, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará, Vitória do XINGU

BELÉM/ALTAMIRA

23/11

10ª

16
TOTAL
-------
143
-----------
14/12/11
--------
380

Relação de data e hora das Plenárias Regionalizadas do CES. LEMBRE-SE QUE CADA MUNICÍPIO TEM DIREITO A 8 DELEGADOS PELO SINDSAUDE
levar CONTRA CHEQUE E UM DOC. COM FOTO.

 
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